domingo, 29 de março de 2009

Qualquer Bobagem


Deixando de lado um pouco a poesia, queria deixar um comentário acerca de ontem, 28 de março de 2009, a data em que o mundo ficou no "escuro" para salvar o planeta. Então pensei que se não pudéssemos rir das tolices desse mundo afora do que iríamos rir? Admito que é um pequeno passo que a humanidade deu em relação a uma suposta imposição de uma nova cultura voltada ao desenvolvimento sustentável, ou então foi apenas mais um "alto-falante" dizendo que o mundo ainda está bem, dá para salvar, se bem que acredito nessa possibilidade.

Só queria dizer que um dia não salvará o mundo. O ontem já foi, o agora já é passado e o amanhã é agora. Queria concluir de uma forma mais otimista, porém, tenho que concordar parcialmente com o Calvin, personagem de Watterson: "O problema do futuro é que ele continua transformando-se no presente...e nada muda!". E também tem essa do Calvin que concordo plenamente: "Faça o que tem que fazer e deixe os outros discutirem se é certo ou não.".

E agora, José?

-Marcos Paulo-

quinta-feira, 5 de março de 2009

Walk on the way


Talvez a vida seja nonsense
O teu rótulo pode estar errado
Mas que mal tem?

Chegar aos cem?
Talvez não compensa

A vida é tão intensa...
(Para quem quiser)

-Marcos Paulo-

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

"O tempo não pára"


A sensação é de que o tempo voa
Algo como na velocidade da luz
O ontem de dez anos parece o ontem de hoje
E não são vagas lembranças
É como filmes clássicos que ninguém se esquece
Ou então aquela boa e velha música
Alguns versos de um poema
Alguma eternidade em nossa memória

“Eu era criança. Hoje é você. E no amanhã, nós...”

-Marcos Paulo-

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Tabacaria


Todas as manhãs são iguais
Exceto pelo brilho de cada despertar
Sempre queremos mais
Buscamos o que está além do acordar

Despertos, chocamo-nos com atrocidades
Mas aos poucos tudo vai caindo no esquecimento
Caminhamos por destroços, meias verdades
Honras, méritos e reconhecimento?

O pôr-do-sol anuncia algum fim
Porém, o que a alma vê é um recomeço
Apagado e reescrito, enfim...
Todo ressurgir tem seu preço

Para outra manhã o corpo se encaminha
Dormimos indignados e acordamos complacentes
Pela noite algo em nós perambula e se alinha
À medida que os corpos se tornam negligentes

Afinal, o que somos?
Talvez simbiontes, corpo e alma
Ou então resquícios do que já fomos
Desgastando-se num eterno carma

-Maria Luiza e Marcos Paulo-

sábado, 27 de dezembro de 2008

Rewrite


Quando tudo termina
É quando tudo recomeça
É um novo ar de esperança com saudade

Talvez fique no cinza da cidade
Mas o fugere urbem ainda me fascina

Enquanto isso, aí está a rotina
(Para ser apagada e reescrita todos os dias)

“Estamos, meu bem, por um triz
Pro dia nascer feliz...”


FELIZ 2009!


-Marcos Paulo-